Gostei deste livro (Sabrina 587), e, numa brincadeira (só para ver como fica!), tomei o atrevimento de... substituir os nomes dos personagens. Assim, quero apresentar aos fãs de Betty e Armando... um mundo de "ROMANCES" que... fizeram parte da formação de tantas gerações! (E... que bom seria saber que ele... está fazendo parte da sua !!!)
Ei!, espera aí Isso aqui NÃO é um mangá!
Ei!, espera aí! Isso aqui NÃO é um mangá! Vai começar a ler a nossa estória pelo final? Se você quer lê-la com sentido, clique aqui e vá para o primeiro... "capítulo” (que é do dia 02/04/2014). Depois... é só clicar em "Postagem mais recente" (do lado esquerdo, no rodapé de cada página!) ou... deslizar o dedo (também para a esquerda), como se estivesse virando uma página de um livro!!!).Então!, boa leitura! (e... espero que goste!!!)
domingo, 15 de junho de 2014
Creio que valeu a pena
— E daí?
— Como você sabe, aquele almofadinha está fazendo de tudo para convencê-la a vender a propriedade para a firma na qual trabalha. Eles têm planos de transformá-la numa estação de esqui. Só que isso é totalmente contrário aos nossos planos: aquelas terras já pertenceram aos antigos Mendoza e não devem ser vendidas a nenhum estranho.
— Não estaríamos tendo este tipo de aborrecimento se você não tivesse vendido a propriedade a Hermes.
— É verdade, mas também jamais teríamos tido a oportunidade de conhecer Júlia e Beatriz; creio que valeu a pena. De qualquer forma, Júlia está disposta a nos entregar as terras, mas eu e ela nos preocupamos com certas questões.
— Como assim?
— Betty é como uma filha para mim, só quero o melhor para ela. Em outras palavras: quero vê-la feliz. Júlia diz que a filha só se sente realmente bem aqui nas montanhas e tenho certeza de que você compreende isto muito bem: está no sangue. O ar das montanhas enche nossos pulmões, o mistério renova nossas almas, e a terra nos alimenta em todos os sentidos. E embora não tenha nascido aqui, apegou-se demais à região e pensa como nós. Portanto o problema é: como conseguir que ela continue a morar aqui, o único lugar na Terra onde ela se sente bem?
— Não vejo problema nenhum — Armando respondeu tranquilamente, sem se deixar abalar pelas palavras do pai. — Por que tudo não continua como está? Por que essa agitação toda, agora? Será que Júlia está começando a se cansar da vida do campo e sente falta da vida da cidade grande, onde todos a reverenciam e vive cercada de gente grã-fina?
— Não é nada disso, e eu agradeceria se você falasse dela com mais respeito. Na verdade, Júlia acha que Beatriz não tem oportunidade de conhecer muitos rapazes da idade dela morando na fazenda. A garota já tem vinte e dois anos e Júlia acha que já é hora de ela se casar e pensar em ter filhos.
— Ah, não! Outra vez essa conversa? — ele retrucou. — Não vá me dizer que Júlia concorda em nos devolver as terras da família desde que concorde em me casar com a filha dela? É isso?
Roberto balançou a cabeça, desanimado:
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