— Ouça aqui, seu irlandês linguarudo, desde quando você pensa que...
— Vocês dois, parem com isso! — Beatriz gritou. — Não suporto vê-los agindo como dois garotos de colégio. — E, voltando-se para Mário: — Mário, está tudo bem. Comecei a provocar Armando e acho que passei do limite. Além disso, eu não estava tentando escapar.
Em seguida, voltou-se para Armando, furiosa:
— Quanto a você, gostaria que de agora em diante me deixasse em paz. Sempre nos mete nestas situações embaraçosas e, depois, quando somos surpreendidos, é o primeiro a cair fora, tratando-me como se eu fosse... um objeto. Pois já estou farta.
— Betty...
— Não quer se casar comigo? Tudo bem. Que eu saiba, nunca o pedi em casamento, nem pretendo fazê-Io no futuro! Portanto, pare de bancar a vítima; como se eu o estivesse forçando a fazer algo que não deseja. Por acaso acha que eu me casaria com um homem que, em vez de me apoiar e defender, sempre me deixa em má situação? Se pensa, está muito enganado. De uma vez por todas: não estou interessada em você, Don Armando Mendoza!
Enxugando o rosto com as mãos trêmulas, ela correu para o cavalo, montou e saiu cavalgando.
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