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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Vazão ao desejo reprimido

Como poderia discutir com ele por causa de algo que, no ín­timo, apreciara? Além disso, julgava-se em parte culpada pelo que acontecera. Ambos estavam dormindo, mas tinham, no sub­consciente, dado vazão ao desejo reprimido.

— Vamos esquecer o que houve — disse, abraçando os joe­lhos e olhando para um ponto qualquer no horizonte.

— Esquecer? Mas você disse que eu a desrespeitei. Com cer­teza, não vai querer que algo tão grave caia no esquecimento — ele provocou, estirando-se preguiçosamente sobre o cobertor.

Surpresa, Beatriz sentiu os olhos encherem-se de lágrimas.

— Para você é tudo muito engraçado, não é? — acusou-o. — Pois para mim não tem graça nenhuma.

— Ei, Betty, espere aí — ele consolou-a, aproximando-se.

— Desculpe-me, não quis magoá-la. Sabe que eu jamais faria qualquer coisa que a deixasse triste. — Então, tornou a deitar-se, aconchegando-a nos braços. O calor que emanava do corpo de Beatriz trouxe-lhe à mente lembranças do sonho lindo que tivera há pouco.

Seus corpos se encaixavam perfeitamente como se fossem duas metades de um todo. Era incrível como em todos aqueles anos de amizade nunca se sentira atraído por ela.



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