Ei!, espera aí Isso aqui NÃO é um mangá!

Ei!, espera aí! Isso aqui NÃO é um mangá! Vai começar a ler a nossa estória pelo final? Se você quer lê-la com sentido, clique aqui e vá para o primeiro... "capítulo” (que é do dia 02/04/2014). Depois... é só clicar em "Postagem mais recente" (do lado esquerdo, no rodapé de cada página!) ou... deslizar o dedo (também para a esquerda), como se estivesse virando uma página de um livro!!!).Então!, boa leitura! (e... espero que goste!!!)

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Era superfeminina e correspondia com desenvoltura

O vento frio e forte soprava das montanhas nevadas. Beatriz, sonolenta e arrepiada, ajeitou-se melhor, em busca de ca­lor. Satisfeita com a posição que arranjara, suspirou e tornou a dormir.

Então, sonhou que estava casada com Armando e que ambos dor­miam numa enorme cama de casal, na fazenda dele. Os dois dormiam de lado, ele atrás dela, um braço solto sobre sua cin­tura enquanto a mão acariciava-lhe suavemente um seio. Beatriz sorriu e aconchegou-se mais contra ele. Jamais imaginara que iria sentir-se tão feliz casada com Armando. Claro que esperava encontrar o desejo e a paixão que sempre a exci­tavam quando o via, mas, ali, em seus braços, desfrutava de uma sensação diferente, tranqüila, um prazer imenso por estar junto ao amado.

A mão de Armando deslizou para dentro da blusa dela, e Beatriz suspirou, satisfeita. Blusa? Por que estava usando uma blusa para dormir? Então, sentiu a blusa em questão sendo puxada para fora de sua calça jeans. Jeans? Havia alguma coisa errada...

Numa fração de segundo, seus olhos se abriram. Afinal, o que estava havendo? Sonhara com coisas tão bonitas, tão reais, que ainda podia sentir o peso do braço dele sobre si, o calor da mão em seu seio e...

— Meu Deus! — gritou ao sentar-se, assustadíssima, tentando se recompor.

— Hum? O que foi? — Armando perguntou, sonolento.

— O que foi? Você não sabe? — ela redarguiu, enrubesci­da. — Você estava me desrespeitando enquanto eu dormia.

Só então ele despertou de fato.

— Desrespeitando? Eu nunca fiz isso!

— Olhe aqui, não sou nenhuma boba. Era exatamente o que você fazia quando acordei. Deitei aqui para descansar um pouco e acordei com sua mão dentro da minha blusa — explicou, omitindo o fato de ter pensado que tudo não passava de um sonho maravilhoso.

— Eu? Ouça, deve ter havido um mal-entendido. Eu dor­mia feito uma pedra quando você começou a gritar. Deve ter sido um sonho — garantiu, omitindo o fato de ter sonhado com ela enquanto dormia.

Porém, no sonho, Beatriz era superfeminina e correspon­dia com desenvoltura aos carinhos dele. Pena que, naquele mo­mento, na realidade, agisse como uma donzela ultrajada.

— Talvez eu estivesse mesmo sonhando — ela admitiu. — Mas sua mão dentro da minha blusa era bem real. Você esta­va... estava...

Armando começava a se divertir com a situação.

— Estava o quê? Pelo jeito, deve ser algo bem interessante, meu bem.

Beatriz sentiu o rosto arder e exclamou:

— Ora, você é impossível!


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