Gostei deste livro (Sabrina 587), e, numa brincadeira (só para ver como fica!), tomei o atrevimento de... substituir os nomes dos personagens. Assim, quero apresentar aos fãs de Betty e Armando... um mundo de "ROMANCES" que... fizeram parte da formação de tantas gerações! (E... que bom seria saber que ele... está fazendo parte da sua !!!)
Ei!, espera aí Isso aqui NÃO é um mangá!
Ei!, espera aí! Isso aqui NÃO é um mangá! Vai começar a ler a nossa estória pelo final? Se você quer lê-la com sentido, clique aqui e vá para o primeiro... "capítulo” (que é do dia 02/04/2014). Depois... é só clicar em "Postagem mais recente" (do lado esquerdo, no rodapé de cada página!) ou... deslizar o dedo (também para a esquerda), como se estivesse virando uma página de um livro!!!).Então!, boa leitura! (e... espero que goste!!!)
domingo, 8 de junho de 2014
Lembrava-se perfeitamente de como todo o corpo dela reagira
— Betty, por que não deixamos este assunto de lado? Sinto muito se a magoei ou a fiz sentir-se insultada; não foi minha intenção. É que, por enquanto, não penso em me casar. Mas, se fosse o caso, você seria a primeira da lista.
— Puxa, minha cotação melhorou bastante — ela murmurou.
— O que disse?
— Disse muito obrigada — mentiu. — Mas acho que está sendo um pouco presunçoso. Quem lhe disse que-eu gostaria de ser a sra. Mendoza?
— Quer dizer que o fato de ter me beijado daquela forma não é sinal de que está interessada em mim? — perguntou, em tom de provocação.
Mas ela deu de ombros e o fez provar do próprio veneno:
— O que há de tão importante num beijo? As pessoas se beijam toda hora; isso não quer dizer nada. Foi o que você disse a Roberto e Júlia, e concordo plenamente. Não entendo por que está fazendo tanto caso de uma coisa à toa.
— O mesmo vale para aquele dia em que estávamos aqui e você me beijou? Se não tinha interesse em mim, por que fez aquilo?
Armando não se esquecera daquele dia e esperava que ela também não esquecesse. Lembrava-se perfeitamente de como todo o corpo dela reagira e de quanto ela o surpreendera com aquela atitude. Ela o beijara e, de repente, tudo entre os dois se modificou. Até a sua costumeira autoconfiança ficou abalada.
Desde aquele dia, nunca mais voltara a ser o mesmo Don Armando Mendoza, durão, insensível, arrogante. Se ela pretendia provar-lhe a qualquer custo que já era uma mulher adulta, atingira plenamente seu objetivo.
Beatriz sorriu, com ares de superioridade.
— Eu explico o que houve: estava farta de ser tratada como uma garotinha boboca e infantil, mas reconheço que foi uma tentativa bastante amadorística. Sinto muito se lhe dei a impressão errada.
Armando riu.
— Creia-me: não havia nada de amadorístico naquele beijo e, desde então, você tem progredido muito.
Ela sorriu, intimamente satisfeita.
— Ora, Armando, muito obrigada! Vindo de você, que é um expert em mulheres, é um elogio.
— Beatriz, por que você insiste em afirmar que sou um mulherengo? Sou apenas um rapaz solteiro que... que...
— Aproveita todas as oportunidades que surgem? — ela sugeriu.
— Você fala como se isso fosse um crime. E não é bem assim. Tenho meus critérios.
— Tudo bem.
— Betty, pare de concordar comigo.
— Pensei que você gostasse. Ultimamente você tem reclamado que eu ando cheia de opiniões próprias.
— Bem, talvez você tenha razão.
===============
++++++++++++++++++++++++++
****************************************************
Nenhum comentário:
Postar um comentário