Ei!, espera aí Isso aqui NÃO é um mangá!

Ei!, espera aí! Isso aqui NÃO é um mangá! Vai começar a ler a nossa estória pelo final? Se você quer lê-la com sentido, clique aqui e vá para o primeiro... "capítulo” (que é do dia 02/04/2014). Depois... é só clicar em "Postagem mais recente" (do lado esquerdo, no rodapé de cada página!) ou... deslizar o dedo (também para a esquerda), como se estivesse virando uma página de um livro!!!).Então!, boa leitura! (e... espero que goste!!!)

sábado, 17 de maio de 2014

Muito justo


— O que você veio fazer aqui? — Armando indagou ao ver Mário parado à porta.

— Nada, meu velho. Eu já ia para casa, quando achei me­lhor vir lhe dizer que seus últimos convidados adoraram saber o que se passou aqui.

Armando lançou-lhe um olhar inquisitivo, e Mário explicou me­lhor a situação:

— É que alguém que passava por aqui ouviu quando Betty lhe pediu que não... enfiasse mais a mão no decole dela. O que, aliás, me pareceu um pedido muito justo.

— Tem certeza de que não foi você quem andou espalhando fofocas por aí?

— Olhe, por mim já chega — disse Mário, balançando a cabeça. — Tive uma noite bem movimentada e acho que já vou indo. Não sei se agüentaria outra briga como a que tivemos. Quanto a espalhar fofocas... esqueça! Não fui eu quem ouviu o pedido de Betty!

— Eu sou um imbecil!

Mário, imperturbável, abraçou Armando pelos ombros e o consolou:

— Não ligue, isso passa. E, agora, por que não me acompa­nha até o meu hotel. Acho que tenho uma garrafa de uísque na mala e um trago vai lhe fazer bem. Quanto aos convidados, irão embora assim que o virem sair.

Então Mário conduziu Armando para fora do quarto e avisou Roberto:

— Com licença, sim? Mas acho que o amigo aqui já teve emo­ções demais por uma noite. Você se despede do pessoal por ele?

— Tudo bem, podem ir, mas não o deixe beber demais. Ama­nhã, nós dois precisamos ter uma conversinha.

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