Ei!, espera aí Isso aqui NÃO é um mangá!

Ei!, espera aí! Isso aqui NÃO é um mangá! Vai começar a ler a nossa estória pelo final? Se você quer lê-la com sentido, clique aqui e vá para o primeiro... "capítulo” (que é do dia 02/04/2014). Depois... é só clicar em "Postagem mais recente" (do lado esquerdo, no rodapé de cada página!) ou... deslizar o dedo (também para a esquerda), como se estivesse virando uma página de um livro!!!).Então!, boa leitura! (e... espero que goste!!!)

domingo, 18 de maio de 2014

Bas­tante significativos


Beatriz rolou na cama insone a noite inteira, relembran­do inúmeras vezes os acontecimentos ocorridos na festa. Ape­sar de desagradáveis, o saldo era francamente positivo. O novo visual dela fora um verdadeiro sucesso. Nunca tivera tantos par­ceiros de dança numa só noite, o que a deixava orgulhosa de si mesma. Mas Armando tinha de estragar tudo! Claro que houve momentos em que ele a tratou como mulher. Breves, mas bas­tante significativos. Foi a primeira vez que ele a beijou daquele modo apaixonado e a tocou com tanta... volúpia. Ainda que por poucos segundos, Armando acariciara-lhe os seios... O que teria acontecido se Júlia e Roberto não os tivessem interrompido?

Era uma pena que eles estivessem exercendo tanta pressão so­bre Armando. Sabia que por si só, cedo ou tarde, ele acabaria mu­dando de opinião; a prova era que Armando já começara a mudar de atitude em relação a ela. Era do tipo que não gostava de sei pressionado e, ao se sentir acuado, procurava fugir da situa­ção. Beatriz alimentava esperanças de que tudo acabasse se voltando era seu favor.

Quando poderia imaginar que Armando um dia ia ter ciúmes dos outros rapazes que se aproximavam dela! Até mesmo de Mário, a quem conheciam desde crianças!

Tudo seria muito mais fácil se o homem dos seus sonhos não fosse tão arredio à ideia de se casar, mas nada a faria perdei as esperanças. E, recordando-se pela milésima vez do beijo que haviam trocado, abraçou o travesseiro e fechou os olhos, pe­gando no sono, quando os primeiros raios de sol já se infiltra­vam pela janela do quarto.

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