Gostei deste livro (Sabrina 587), e, numa brincadeira (só para ver como fica!), tomei o atrevimento de... substituir os nomes dos personagens. Assim, quero apresentar aos fãs de Betty e Armando... um mundo de "ROMANCES" que... fizeram parte da formação de tantas gerações! (E... que bom seria saber que ele... está fazendo parte da sua !!!)
Ei!, espera aí Isso aqui NÃO é um mangá!
Ei!, espera aí! Isso aqui NÃO é um mangá! Vai começar a ler a nossa estória pelo final? Se você quer lê-la com sentido, clique aqui e vá para o primeiro... "capítulo” (que é do dia 02/04/2014). Depois... é só clicar em "Postagem mais recente" (do lado esquerdo, no rodapé de cada página!) ou... deslizar o dedo (também para a esquerda), como se estivesse virando uma página de um livro!!!).Então!, boa leitura! (e... espero que goste!!!)
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Enquanto me recupero?
— Betty, querida, ele me deu um murro e tanto. Posso apoiar minha cabeça no seu colo enquanto me recupero?
— Seu fingido! — Armando exclamou, vendo-a segurar-lhe a cabeça com ternura. — Você sabe muito bem que nem empreguei toda a minha força. Agora, veja se levanta e age como homem!
— Ora, seu... bárbaro! Por acaso ele seria mais homem se ficasse de pé e o deixasse esmurrá-lo de novo?
— Mas, Betty, será que você não percebe que é fingimento? Além disso, não sei por que ficou tão brava comigo; eu só estava tentando protegê-la.
— Tentando me proteger? — ela repetiu, sem crer no que ouvia. E, sobretudo nas atitudes de Armando: ele parecia ter perdido o juízo. — É assim que você queria me proteger? Pois eu estava muito bem, até que você chegou. Agradeço e dispenso seus cuidados. Você nunca foi disso; por que essa bobagem, agora?
Embevecido com tanta beleza, Armando a fitava maravilhado com o pensamento distante.
— Eu lhe fiz uma pergunta.
— Bem, é que... droga, eu sempre me importei com você. Só que agora o inimigo é outro.
E lançou um olhar letal para o amigo, que assistia a tudo imóvel no chão.
— Não existe inimigo nenhum, seu boboca! — ela alegou, um pouco mais calma. A sinceridade dele a desconcertara; era bom saber que Armando se julgava responsável por sua segurança.
— Mário é nosso amigo, e me admira que você faça mal juízo dele. Fique sabendo que não preciso de ninguém para me proteger! Não sou mais garota, sou mulher!
Mas, antes que Armando pudesse responder, Nicolás chegou ao terraço e os interrompeu.
— Beatriz, meu bem, o que houve? Deixe-me ajudá-la.
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